Na mídia: Vida e Ação | Outubro/2017 

Que as mulheres têm uma “energia” diferente da dos homens ninguém duvida. E isso, é claro, reflete na maneira como vamos nos realizar, nos sentir plenas. Apesar de estarmos cada vez mais sobrecarregadas com os papéis de mãe, companheira, profissional, dona de casa (afinal, todas temos um pouco de todas essas dentro de nós), é possível, sim, atingir uma realização pessoal plena, ainda que estejamos insatisfeitas com rotinas e excesso de cobranças.

A terapeuta e instrutora de ThetaHealing® Katia Larsen promove o retiro ‘A Jornada da Heroína – Reconsagrando o divino feminino’ dias 24 e 26 de novembro, em Cachoeiras de Macacu (Foto: Divulgação)

Mas como exercitar esses aspectos naturalmente femininos e como atingir o “eu feminino”? O que fazer para ter mais confiança em si mesma? Como se liberar de padrões e memórias de dominação e manipulação e deixar a expressão integral do corpo se expandir e a expressão criativa com a consciência ser alcançada? A técnica ThetaHealing®, que ensina as pessoas a reencontrarem a sua essência por meio de atitudes básicas, pode ajudar.

Especializada na técnica, a terapeuta Katia Larsen conduz o retiro ‘A Jornada da Heroína – Reconsagrando o divino feminino’, entre os dias 24 e 26 de novembro, em Cachoeiras de Macacu (RJ). O objetivo é levar as mulheres que estão em busca de si mesmas a vivenciarem momentos de profunda conexão com a sua natureza autêntica. Eu experimentei um pouco dessa “viagem cinestésica” no espaço terapêutico dela na Barra da Tijuca e recomendo! Consegui me reconectar com sensações e sentimentos ancestrais que até então ignorava ou desprezava. Um misto de certo desconforto, mas com tamanha satisfação.

Os saberes ancentrais do “mapa da heroína”

Segundo Katia, a busca pela nossa essência nos dá sabedoria para enfrentar tudo que vimos no dia a dia. “Muitas vezes, não temos a real noção do quanto somos fortes, de como é possível vencermos batalhas internas que parecem sem solução. Nesse retiro cada mulher será guiada por meio do Mapa da Jornada da Heroína, reconsagrando cada etapa e estágio percorrido como divino”, explica a terapeuta.

Durante o retiro, dedicado apenas às mulheres, elas vão atingir a sua alquimia interna dos elementos fogo, terra, ar e água e se reconectar com os saberes ancentrais do “mapa da heroína”. E tudo isso por meio da dança, de meditações sagradas, expressão criativa e outras ferramentas para o aprofundamento pessoal de cada uma.

Esse mapa, segundo ela, foi criado para explorar a psique feminina e abrir a compreensão do caminho pessoal de cada mulher, facilitar a reconexão da espiritualidade feminina e curar a separação entre a mulher e sua natureza. “A compreensão de si e a integração de todos os momentos vividos em sua história pessoal traz à mulher a luz e a dignidade do caminho percorrido”, afirma Kátia.

Energia ligada à natureza

De acordo com Kátia, toda mulher tem uma energia receptiva, criativa, intuitiva e muito ligada à natureza, que é capaz de mudar drasticamente situações não comumente confortáveis. E tudo de maneira natural, já que faz parte do eu feminino. “Na mulher, tudo vem do seu corpo, dos hormônios, seu útero e ovários. Por isso independe de gênero ou sexualidade. É ligado ao feminino”, comenta.

Um exemplo: coloque um homem e uma mulher, independentemente de onde morem, classe financeira ou grau de instrução, em uma mesma situação de conflito em que tenham que determinar soluções simples, práticas e rápidas para resolver tal problema. A resposta de cada um será diferente. Mulheres têm uma percepção geral, conseguem analisar erros e acertos e suas consequências de forma mais ampla.

E isso se dá, em grande parte, pelo fato de ser mulher. Se ela se permitir confiar, souber que sua natural fluidez, o caminho sinuoso e intuitivo, a criatividade verdadeira e a não comparação com as formas masculinas de sucesso e satisfação serão determinantes em suas decisões, certamente sairá a frente dessa famosa “batalha” entre os sexos. “A integração desses aspectos de fluidez com consciência é um caminho possível somente para as mulheres”, complementa a terapeuta e instrutora de ThetaHealing®.

E complementa: “A desconexão com nossa essência nos torna secas e sem brilho. O rompimento com a fonte natural de recursos e a ausência daquilo que nos renova e revigora traz o adoecimento do corpo, do coração e do espírito. Essa desconexão ocorre quando tentamos nos adequar a uma exigência interna ou externa que interrompe esse fluido dinâmico de nossa psique”.

O que é o Thetaheling e como age

O ThetaHeling é uma técnica de cura energética que está presente em mais de 40 países e no Brasil há muitos anos. Ensina a identificar e liberar padrões negativos, causadores de doenças e da infelicidade. Com essa ferramenta, garantem seus seguidores, qualquer pessoa pode se reconectar com a essência energética e aprender a curar e a se realizar de forma saudável e plena.

O método foi fundado nos Estados Unidos pela americana Vianna Stibal há cerca de 20 anos, após testemunhar a cura de um tumor de 23 centímetros, diagnosticado em uma de suas pernas. Ela esteve no Rio ano passado, em sua segunda visita ao país, para lançar seu livro ‘Doenças e Desordens’.

“Toda crença é um circuito neural de conhecimento. Somente através da tomada de consciência sobre estas crenças, podemos quebrar os circuitos ligados a elas e, consequentemente, os padrões de comportamento que nos causam mal”, defende Gustavo Barros. Junto com a mulher, Giti Bond, ele foi responsável por trazer a técnica para o Brasil, tendo fundado o Instituto Theta Healing Brasil.

“São cada vez maiores as evidências científicas de que nossas emoções negativas geram doenças físicas, mentais e emocionais. Quando liberamos ressentimentos e tristezas antigas, culpas e medos profundos, ficamos disponíveis para alcançar um estado de vida abundante e saudável”, explica Giti. “O Theta Healing traz consciência e amorosidade para a vida das pessoas. É tão profunda e milagrosa, que é considerada uma das técnicas de cura energética que mais cresce hoje no Brasil e no mundo”, garante.

Consciência sobre crenças, o caminho para a cura

O ThetaHealing já formou mais de 600 mil pessoas no mundo. E chegou recentemente a uma comunidade do Rio de Janeiro, o Morro dos Prazeres, em Santa Teresa. Foi a primeira vez que essa atividade de cura energética foi realizada em uma área de vulnerabilidade social no Brasil. “As crenças são filtros da realidade. Se acreditamos, por exemplo, que a vida é dura, isso vai se propagar em diversos aspectos de nossa vida”, afirma Giti.

A prática, que se utiliza de métodos de meditação guiada para conectar distúrbios à convicções sobre a vida e se propõe a trazer cura para os níveis espiritual, mental, físico e emocional através de mudanças de consciência e do acesso às ondas Theta, vem sendo difundida com força nos últimos anos. Presente em mais de 40 países, ela conta hoje com cerca de 500 mil profissionais treinados em todo o mundo.

O Instituto Theta Healing Brasil, única escola oficial de Theta Healing na América do Sul, ensina e trabalha com o método há apenas cinco anos, mas já formou mais de 3 mil praticantes e tem ganhado cada vez mais força no eixo Rio de Janeiro / São Paulo. No Rio, o instituto possui sedes no Catete e Ipanema e em São Paulo, no bairro Vila Mariana.

São oferecidos mais de 16 tipos diferentes de cursos com certificação internacional, consultas individuais e atendimentos públicos, além da promoção de grupos de prática, têm feito destes espaços lugares procurados por pessoas de diferentes raças, crenças e religiões. Em dias de atendimento popular, chegam a passar até 100 pessoas em cada unidade. Todas elas em busca do aprimoramento humano em diversos aspectos e da cura através do desenvolvimento da mente, do corpo e do espírito.

Saiba mais sobre o retiro A Jornada da Heroína

As inscrições para a Jornada da Heroína, que acontecerá em Cachoeiras de Macacu, já estão abertas. No dia da chegada, na sexta-feira, haverá uma meditação de sintonização com o corpo, coração, mente, espírito e o local; e, após o jantar, uma dança de consagração dos quatro elementos.

No sábado, haverá meditação, dança, visualização criativa, apresentação do mapa da heroína e da prática de reconhecimento da história pessoal de cada uma no mapa, SoulCollage, mandala alquímica, ritual de renascimento com a água, cartas diálogos, cantos ancestrais sagrados e reconexão com o divino feminino. Já no último dia, domingo, é dia de meditação, dança, visualização criativa, retorno ao vaso sagrado e encerramento com danças e cantos sagrados.

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